Santiago do Chile para brasileiros


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Brasileiros amam o Chile. Só ver o número de perguntas sobre o país na nossa plataforma: tirando o Brasil, é o país com o maior número de questões. Por isso o Dubbi selecionou todas as dicas de Santiago do Chile para brasileiros.

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Brasileiros que viajam como turistas podem ficar até 90 dias no Chile sem precisar de visto. Basta carregar o seu RG (desde que em bom estado de conservação) para entrar no país, onde o passaporte não é obrigatório. Mas fique atento, pois documentos como a carteira de habilitação, frequentemente aceita como substituta do RG, não são aceitos para esse fim. Também preste atenção ao que carrega na mala, pois há cães farejadores treinados para encontrar produtos agrícolas no aeroporto de Santiago do Chile - para brasileiros pode parecer uma bobagem, mas é assunto sério para as autoridades chilenas, e pode render uma multa bem salgada.

Fazer compras em Santiago do Chile para brasileiros pode sair mais barato do que para os próprios nativos. Isso porque há programas de desconto voltados a turistas e inclusive um específico para brasileiros. O Brazilian Travel Card, por exemplo, custa cinco dólares, tem validade de um ano, e proporciona uma série de vantagens aos brasileiros não só em Santiago do Chile, como em várias outras cidades turísticas chilenas. No shopping Costanera Mall, o maior da capital chilena, há o programa On Tour, em que basta apresentar o documento de identidade, carteira de motorista ou passaporte no balcão de informações para receber uma pulseira de identificação e um guia em que se pode conferir as lojas participantes e as vantagens oferecidas.

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Frequentemente é mais vantajoso fazer a troca de reais por pesos chilenos em Santiago do Chile para brasileiros. Isso porque é cobrada uma taxa por transação no Brasil que não existe no Chile. Mas é bom sempre checar a cotação do dia, pois o câmbio é flutuante. No entanto, é bom levar alguns pesos no bolso para usar com as primeiras despesas ao chegar em Santiago. Uma vez na cidade, a dica é ir à Rua Agustinas, que fica perto do Palácio La Moneda, pois essa região reúne várias casas de câmbio.

Por segurança, só vá às casas de câmbio devidamente identificadas, nunca troque dinheiro na rua, nem acompanhe negociantes até prédios, pois o risco de ser assaltado, receber notas falsas ou cair em outros golpes é grande. Outra recomendação de câmbio em Santiago do Chile para brasileiros é tentar trocar seu dinheiro por notas pequenas, para facilitar as transações na cidade, e, quando for voltar para o Brasil, ir novamente às casas de câmbio para “destrocar” os pesos que tiverem sobrado. Se tiver ficado com alguma moeda, guarde como souvenir, pois as casas só fazem a conversão de notas.

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Outra coisa com a qual não estamos acostumados é o alerta ambiental. Esse alerta costuma ser decretado quando a poluição fica mais densa, o que ocorre com certa frequência devido à secura do clima em Santiago e ao fato de a cidade ser cercada por cordilheiras, o que mantém a poluição mais concentrada sobre a cidade. Em dias de alerta ambiental há rodízio de carros e a vista dos mirantes e cerros fica prejudicada, mas o pôr do sol é mais colorido. Alerta ambiental em Santiago do Chile para brasileiros pode soar como o aviso de alguma catástrofe ou desastre natural, mas para santiaguinos é algo corriqueiro, e a única recomendação especial é para quem alugar um carro: cheque no site da Unidad Operativa de Control de Tránsito (UOCT) se o seu veículo poderá circular no dia para não arranjar problemas. Mas se pretende ficar em Santiago, a dica é dispensar o carro. Além do trânsito normal de uma grande capital e do fato de estacionamentos particulares serem mais raros e caros por lá, o transporte público santiaguino é eficiente e seguro, e é sempre melhor apreciar a cidade quando não se está atrás do volante.

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Outra informação útil sobre Santiago do Chile para brasileiros ficarem longe de problemas é a de que no Chile existe uma Lei Seca um pouco mais rigorosa do que a do Brasil. Lá, além da proibição de conduzir embriagado, que pode levar a pagamento de multa, perda da carteira e até à prisão, também é proibido beber em lugares públicos. Em todo o país é proibido ingerir bebidas alcoólicas nas ruas, parques, praças e até na área externa de bares que não tenham autorização. A única exceção é durante as Fiestas Patrias, em setembro, quando é permitido beber nas áreas designadas para as Fondas, onde ocorrem os festejos - fora delas, nada muda.

Falando em bebidas, outra coisa que pode causar estranhamento em Santiago do Chile para brasileiros é a água, que possui mais minerais do que estamos acostumados por aqui, então a dica é pedir sempre água mineral. Essa necessidade se deve ao fato de ser bastante comum para os chilenos beber a água da torneira, que pode ser servida a você, caso não especifique o tipo de água que quer. Visualmente, a água é igual nos dois países, mas a chilena pode parecer mais “densa”. Apesar de não oferecer riscos à saúde, pela falta de costume ela pode causar mal-estar. Para quem vai passar estadias mais longas no Chile, fica o aviso de que as diferenças na água podem ressecar o cabelo, então prepare-se para essa consequência e invista em um bom hidratante. Hidratantes corporais e labiais são também indispensáveis para brasileiros em Santiago do Chile, principalmente no verão, em que o clima é extremamente seco. Para se ter uma ideia, em janeiro a precipitação média é de apenas 1mm.

Algo comum em Santiago do Chile, para brasileiros pode parecer ofensivo ou ilegal quando alguém lhe pedir uma “propina”, o que no Chile acontece com frequencia, em plena luz do dia, até mesmo na frente da polícia. Não se assuste, propina significa o mesmo que gorjeta, e dá-la é um costume muito mais arraigado à cultura chilena do que à brasileira. O segredo para não passar por pão duro é calcular um valor próximo aos 10% do preço pago pelo serviço. Mas e se eu não quiser dar gorjeta? É bem simples, basta dizer que não, mas prepare-se para ser olhado de cara feia pelos atendentes. Algumas situações corriqueiras em que a regrinha dos 10% não se aplica são quando o carregador do hotel transporta suas malas ou o ajudante do supermercado empacota suas compras, nesses casos, mil pesos (ou mais, dependendo do peso carregado ou da suntuosidade do local) e cem pesos, respectivamente, são valores aceitáveis.

Como aqui no Brasil é raridade vermos neve, fazer pelo menos um bate-volta para Valle Nevado ou qualquer estação de esqui próxima de Santiago do Chile para brasileiros é uma boa pedida. Já a ida às praias de Viña del Mar ou de Valparaíso é outra viagem curta tradicional para os santiaguinos, mas que é desaconselhada por alguns viajantes para brasileiros. O principal motivo é a água fria do Oceano Pacífico, bem diferente do que encontramos em praias brasileiras. Túlio Bragança, de Buenos Aires, achou Valparaíso linda, mas considerou Viña del Mar “bem desnecessária”. “Prainha sem graça de água fria”, justificou. Já o viajante Alexandre Godinho não gostou muito de Valparaíso e disse que “Viña del Mar não é dos destinos de praia mais agradáveis” por conta do frio que faz por lá.

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