Ju Pires

 Transporte, Passeios e Pontos Turísticos   Toscana, Itália, Roma, Florença

Como ir de Roma para Toscana

Olá Pessoal,

Estamos planejando uma viagem com a família para a Italia, passando por Roma, pela região da Toscana e Veneza.

Qual a melhor forma de ir de Roma para a região da Toscana? Pensei em ir de trem até a Florença, por exemplo, e de lá alugar um carro para explorar melhor a região.

Neste formato, fico um pouco insegura, porque já estive em Roma e Florença uma vez e achei o trânsito ruim. Me lembro dos motoristas em geral bem impacientes e dependendo da região (neste caso, me referindo mais à Florença), ruas bem apertadinhas, os carros passando colados uns nos outros e poucos lugares para estacionar...

A ideia é passar um dia em Florença apenas e de lá conhecer Siena, San Gimigniano, Val D’orcia, Montalcino, Montepulciano, e arredores. Ainda estamos montando o roteiro.

Alguem que já fez esta rota, poderia contar como foi sua experiência com relação à transporte?

Uma outra opção que pensamos é sairmos de Roma com o carro e irmos direto para Montalcino ou outra cidadezinha próxima.

O google maps me deu 2 rotas, uma via A1/E35 e outra via E80.

Alguem sabe qual a diferença entre estas estradas?

Obrigada.
Juliana



Meu perfil de viagem: Mochileiro, Família, Natureza, Fotógrafo

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2 Respostas

Fernando Ceron

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Fernando Ceron São Paulo

respondeu 4 meses atrás

Ju, 

Boa tarde, 

Estive na Itália e rodei por lá.

Segui uma regra: cidade grande, evite dirigir.

Fiquei em Roma circulando com onibus e metro; carro, so quando saí e fui para estrada.

Dois fatores são importantes em cidades grandes : Estacionamento e trânsito.

As estradas são boas.

As estradas tipo A1 (por exemplo) são as princípais. A característica são os pedágios. Parecidos com os do Brasil, voce passa por um guiche (geralmente não tem funcionário) e pega um ticket (não perca esse papel por nada).

Quando for a saída da cidade destino, terá um guiche similar, onde colocará o ticket e terá o valor do pedágio calculado pelo período percorrido.

Se voce perder, terá que falar com a sede e irão cobrar um valor bem mais caro, por não terem a referencia de onde voce entrou na estrada.

As estradas tipo E, são estradas secundárias ou estaduais, não lembro de pedágios nelas, passam próximos as cidades, são mais sinuosas e de velocidade menor.

Se teu interesse é ir na região da toscana, minha dica é seguir explorando tudo de carro locado (retira em Roma e devolve em Florença), calculando os dias de uso e as cidades a serem visitadas.

Além das cidades citadas, não esqueça que estará na região do vinho Chianti e do queijo Pecorino, podem visitar os produtores de queijos nas fazendas e as vinicolas e vinhedos na microrregião.

Sem contar os lagos.

Chegando em Florença, entrega o carro e passeie por onibus turistico local, sem o stress do trânsito.

Alguns detalhes:

- Algumas cidades, que estão na sua lista, tem o centro histórico (dentro da muralha/muro). Não se pode entrar de carro lá, sem ter autorização previa, pois levará multa.

Tem que deixar o carro nos estacionamentos ao lado das entradas da muralha e circular lá dentro a pé.

- Estacionamento público, se for vaga azul, use o parkimetro mais próximo e pague pelas horas de visitação; ou se tiver um quiosque, veja se tem o cartão de estacionamento. Cuide do horário, pois tem rigor.

- Hospedagem: Verifique na reserva sobre estacionamento. As vezes pode ser pago, ou é público e tem ficar atento aos horários de uso. 

Se caso alguma hospedagem ficar dentro da área restrita da cidade (como dentro da cidade histórica), peça a autorização antecipada, ou algum voucher que liberá o acesso de entrada até a hospedagem.

- Combustível : Verifique na retirada sobre o tipo de combustível do auto (gasolina ou diesel). Se precisar abastecer, lembre-se que nas estradas, os postos tem horário de funcionamento. Mas não quer dizer que não possa fazer abastecimento, voce mesmo abastece, liberando a quantidade desejada, na própria máquina (bomba), usando cartão de crédito. 

Nas cidades, caso queira tem atendimento (frentista) nos postos ou auto-atendimento usando a máquina de cartão. Não estranhe se caso, o valor for diferenciado.

Abçs

Fernando Ceron

RUTECN

RUTECN  campo grande

respondeu 4 meses atrás

Oi, Ju!

Fui à Itália em maio de 2018, e foi uma viagem de três semanas maravilhosa com mais 3 pessoas da família. Alugamos um carro para o último dia em Roma e subimos pela A1/E35; a vantagem sobre o trem é que se pode parar pelo caminho: almoçamos em Montepulciano, experimentamos o melhor sorvete do mundo em San Gimignano e depois fomos a Florença. Optei por esse trajeto porque é melhor chegar em Florença o mais cedo possível para aproveitar e conhecer a cidade. Pernoitamos aí.

De lá, passamos por Pisa para umas fotos e seguimos para La Spezia, onde ficamos duas noites e fizemos um passeio de barco pela Cinque Terre. 

Daí fomos a Barolo, onde se produz o melhor vinho italiano.

Seguimos, então, para Turim (2 noites), almoçamos em Chamonix MontBlanc (França), tiramos fotos em Genebra (Suíça), passamos uma tarde na cidade florida de Yvoire (França) e pernoitamos em Meillerie, junto ao lago. Na manhã seguinte fomos a Montreux (Suíça, aonde Fred Mercury passou os últimos dias - tem uma estátua dele na praia), visitamos o lindo castelo de Chillon, debruçado sobre o lago, e voltamos para a Itália, chegando à tardezinha em Milão. Tudo isso porque os lugares são próximos uns dos outros. 

Passamos duas noites em Milão. Depois fomos a Pádua, conhecemos a igreja de Santo Antonio, e chegamos em Veneza. Duas noites aí, mais duas noites em Assis andando pela charmosa cidade de São Francisco, e voltamos a Roma aonde dormimos perto do aeroporto para devolver o carro antes de embarcarmos de volta ao Brasil. 

Todo o trajeto foi tranquilíssimo porque eu tenho o Here We Go baixado no celular e que me orienta de forma impressionante nas viagens que faço. 

Outro instrumento legal de se ter e pesquisar é o do ViaMichelin https://www.viamichelin.pt, que inclusive fornece gastos com combustível e pedágios, pontos turísticos pelo trajeto, postos de combustível, etc. 

Para os hotéis, não esqueça de pesquisar os que dispõem de estacionamento.

Bem, foi realmente muito bom.

Dicas finais:

- Tiramos um dia no meio da viagem, em Turim, para relaxar no parque porque, afinal, viajar também cansa. 

- Dos quatro dias em Roma, fizemos um bate e volta à Costa Amalfitana e Nápole, embora a programação era ir até Pompéia.

Se quiser algum esclarecimento outro, estou à disposição.

Beijos

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